terça-feira, 18 de abril de 2017

COMO SERIA?

Pois,
Há diversas perguntas idiotas nesse planeta?
Como seria um mundo sem água?
-Seria sem árvores, sem animais nem humanos.
-Seria um deserto quente e inóspito onde viveriam apenas escorpiões, baratas mais alguns insetos que não precisassem de água ou umidade para suas crias.

Certamente a natureza seria pródiga não houvesse os humanos, pois os animais respeitam a biodiversidade.
O jornalista americano, certamente democrata, David Wolman escreveu um livro chamado, " O Fim do Dinheiro ".
Escreve ele que cartões de créditos e de débitos, mais sistemas como "bit coin" ou "paypal" seriam mais seguros contra assaltos, roubos e fraudes.
De fato a demanda pelo papel moeda caiu vertiginosamente, em compensação as fraudes, estelionatos e roubos aumentaram assustadoramente.
Consequentemente ficaríamos todos a mercê dos bancos e dos impostos governamentais.

Como seria um mundo sem o capital?
Não haveriam trabalhadores, todos venderiam seus serviços pelo sistema de trocas.
Não haveriam investimentos em tecnologia, talvez não existissem carros, aviões e outras geringonças.

Talvez não existisse até internet.
Steve Jobs e Bill Gates talvez não tivessem nem nascido.
Se eu tivesse 10 macieiras e vendesse seus frutos teria 100% da produção.
Se um governo me retirasse a produção e me premiasse com apenas 10% eu arrancaria  9 pés de macieiras.
Não existe trabalho sem capital, nem capital sem trabalho.
Não se pode dividir o trabalho nem o capital com quem não trabalha.
Finalizando estas curtas, como seria o mundo sem os imbecis politicamente corretos e sem a esquerda maldita?
Certamente não haveria o estado islâmico.

quarta-feira, 29 de março de 2017

O cão que fuma...: Gente muito boa que TEM O DIREITO de emigrar para onde lhe apetecer! Especialmente para os Estados Unidos, para levar a mensagem de Paz, Tolerância, Amor e etc...

O cão que fuma...: Gente muito boa que TEM O DIREITO de emigrar para onde lhe apetecer! Especialmente para os Estados Unidos, para levar a mensagem de Paz, Tolerância, Amor e etc...

Um mundo melhor...

Pois,
Vamos ajudar o mundo a ser maravilhoso.
Vamos acabar com o roubo do erário, sem acabar com a corrupção.
Vamos dar empregos e salários ótimos, sem dar educação.
Vamos proteger nossas famílias e posses, sem desarmar os bandidos.
Vamos ter aposentadorias decentes sem acabar com as indecentes do funcionalismo público.
Vamos diminuir a taxa de homicídios, sem desarmar os homicidas.
Vamos diminuir as mortes no trânsito, sem ter penas maiores aos infratores.
Vamos diminuir a criminalidade juvenil, dando guarida jurídica aos delinquentes.
Vamos diminuir a fome no mundo, rezando e fazendo promessas ao criador.
Vamos construir moradias sem desmatamento.
Vamos acabar com os mosquitos, sem redes de tratamento do esgoto e do lixo.
O Brasil é detentor de 25% da rede hídrica potável de toda a terra e falta água.
O Brasil é o maior produtor de alimentos do mundo e passa fome.
Imaginar o impossível é ridículo.
Duzentos milhões de cidadãos com direitos danificados por cerca de 37000 outros cidadãos com foro privilegiado, aposentadorias integrais, nos roubando, sem punição alguma.
Quando não falam que a culpa é do Cabral português, ou dos Estados Unidos imperialista, a culpa é dos governos militares.
Ninguém se preocupa com as constituição aristocrática de 1988.
Enquanto a constituição de países íntegros possuem duas ou três folhas A4, a nossa já virou um livro
de mais duzentas páginas agregado a outro calhamaço de literatura adjunta.
Você quer um mundo melhor, proteja a natureza.
Proteger a natureza é fácil.
Basta parar de FODER.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

DÍVIDA DO GOVERNO COM A PREVIDÊNCIA SOCIAL

Pois,
Vamos falar de previdência.
A lei Elói Chaves de 1923 instituiu a fundação dos institutos de pensões dos trabalhadores.
Vários foram fundados para atender as diversa classes trabalhadoras.
IAPI, IAPC, IAPFESP, IPASE, IAPM, IAPC, IAPB entre os principais.
Em 1945 com capital sobrando essas instituições iniciaram a investir nas áreas de alimentação, habitação e saúde de seus associados.
1947 989.038.611,33 
1950 932.369.823,95 
1951 1.849.024.295,19 
1957 4.826.370.289,43 
1959 3.959.172.377,83 
1960 5.156.075.797,28 
1961 5.134.852.221,96 
1962 4.784.316.483,35
Acima a  evolução da dívida federal com os IAPs com dados atualizados de 1998, infelizmente não achei outras atualizações.
Os investimentos em empresas com a CSN e a Vale foram milionários.
Abaixo os investimentos na construção de Brasília, em terrenos e obras de infraestrutura.
IAPI 59.535.440,41 
IAPC 48.030.193,08 
IAPB 168.307,61 
IAPFESP 13.164.506,75 
IAPM 13.774.840,88 
IAPETC 8.286.125,66 
Totais  188.959.414,40
Em 1964 a dívida federal com os IAPs era enorme.
A título de comparação os IAPs faturavam 43 bilhões e o orçamento federal era de 113 bilhões.
Continuando a derrubar a situação o governo decide em 1966 unir todos IAPs em um órgão estatal chamado INSS.
Em 1967 a união devia 502 milhões.
Em 1976 2,7 bilhões, lembrando sempre que são cálculos para 1998.
Sendo que o acumulado da União em 1976 era da ordem de mais de 5 bilhões de reais.
Sugiro a leitura do link abaixo:
IAPS  
Exige-se a reforma da previdência com a equiparação dos regimes RGPS com o RPPS.
Ninguém deve ganhar mais que o teto no setor público  do que o trabalhador do setor privado.
Não vou fazer cálculos espúrios, mas a dívida hoje é da casa de trilhões.
Quem quiser ganhar mais que o limite de teto do INSS que faça previdência privada.
Em países de primeiro mundo geralmente são aos cuidados de sindicatos.
Porém, aqui no Brasil deixas as galinhas nas mãos das raposas sindicais é fatídico.
Tivessem os governos todos cumprido suas partes na previdência, hoje os institutos de pensões brasileiros seriam gigantes, mais fortes que o BNDES.
Porém, se estivessem nas mãos petistas estariam quebrados, como todos os fundos de pensões estatais.
Antes do SUS o atendimento de saúde dos caixas de pensões brasileiros era considerado de primeiro mundo.
O sistema habitacional dos institutos resiste ao tempo, basta ver os conjuntos habitacionais do IAPI Brasil afora,que resistem ao tempo com mais de 60 anos.
A maioria das empresas possuíam supermercados com alimentos vendidos aos funcionários por preços de custo.
Suas farmácias cediam remédios com 50% de desconto e alguns alternativos gratuitamente.
Espero ter contribuído para os PORQUÊS de reformar-se a previdência.

bom dia

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

TRANSPARÊNCIA


Pois,
Enfatizo que as razões de todas as dúvidas é justamente a falta de informações.
Existem centenas de investimentos na Internet, que são pirâmides, e os incautos caem como patos.
Os slides, as fotos, as contas bancárias, mostradas em vídeos atraem enxames de asnos.
Assim o visual engana as realidades escondidas nas falcatruas.
Em 2002 eu já vislumbrava a decadência do Aerus.
Ainda corre na justiça um processo civil do antigo diretor, por ofensas via internet.
Ele quer tirar-me o único bem que me resta, minha casa.
Sequer, quisera saber que gosto teve os pães amassados pelo diabo que provei e alimentei minha família.
Minha luta teve poucos adeptos.
Todos endeusavam os diretores da VARIG, eram seus crepúsculos de ídolos.
Veio a Intervenção.
Associações e sindicatos realizavam palestras com diretores do Aerus inócuas, onde mentiam descaradamente.
Apresentavam planilhas, cálculos e slides de incompreendidas razões aos leigos.
Em 2006 veio o tombo.
A maioria desesperou-se, e começaram mobilizações em 2011, cinco fatídicos anos depois.
A antecipação de tutela chegou, e vários políticos e sindicalistas aproveitaram-se do momento para alegar suas paternidades.
Todos sabemos que a paternidade é do sistema jurídico.
A falta de transparência continua.
Ninguém nos dá informações alguma.
Falam de acordos, não nos mostram o acordo.
Aliás houveram diversos, sem nos mostrarem seus conteúdos, eram notícias alvissareiras de políticos e sindicalistas, que nada tinham a ver com o instituto.
Qual foi o acordo que fizeram?
Não sabemos.
Os gritos no silêncio de alguns participantes não valem nada, no escondido das atitudes daqueles que nos representam.
Reclamam, mas jamais vi alguém perguntar qual seus conteúdos.
Aqui não se trata do que é meu, ninguém tasca, eu decido.
Trata-se de o que é nosso, nós decidimos.
Jamais o sindicato fez uma convocação de assembleia para escolhermos um representante.
Poderia ser uma associação, a Aprus, ou talvez uma comissão eleita.
Eu pergunto o que tem a FENTAC com os nosso problemas?
O AERUS não é uma ação trabalhista.O sindicato ao promover a AÇÃO CIVIL PÚBLICA, nada mais fez do que sua obrigação constitucional.
É obrigação do sindicato defender os direitos de seus associados, em ações trabalhistas ou coletivas de interesses de partes sindicais.
A toda ação sempre haverá um reação.
Jamais podemos colocar interesses individuais acima dos coletivos.
Certa vez perguntaram ao falecido douto doutor Enéas, qual a finalidade da vida?
Ele respondeu que era o respeito ao próximo, sem coletividade ninguém vive, vegeta.
Muita gente chora suas privações, esquecendo que quase todos vivenciaram essa privações.
Esquecem que muitos morreram durante, e muito hão de morrer antes do final delas.
Não é agouro, é realidade.
Precisamos de transparências.
Evitar mal ditos, falsas informações e unirmo-nos como um feixe de varas.
A vara sozinha é facilmente quebrada.
As ações individuais, só prejudicam o próprio indivíduo.
Não foi a invasão do AERUS, que fortaleceu a decisão do TRF1, juízes não julgam causas por pena, caridade e indolências.
Juízes honestos julgam o que é justo.

"increscunt animi, virescit volnere virtus" 
"O espírito de luta é incentivado pelo poder das feridas"
Essa frase é do prefácio do livro de Nietzsche " O crepúsculo dos ídolos", permitam me colocar uma pequena parte.

Conservar a sua serenidade frente a algo sombrio, que requer responsabilidade além de toda medida, não é algo que exige pouca habilidade: e, no entanto, o que seria mais necessário do que a serenidade?
Nada chega efetivamente a vingar, sem que a altivez aí tome parte. Somente um excedente de força é demonstração de força. - Uma transvaloração de todos os valores, este ponto de interrogação tão negro, tão monstruoso, que chega até mesmo a lançar sombras sobre quem o instaura - um tal destino de tarefa nos obriga a todo instante a correr para o sol, a sacudir de nós mesmos uma seriedade que se tomou pesada, por demais pesada. Qualquer meio para tanto é correto, qualquer "caso", um golpe de sorte.
Sobretudo a guerra. A guerra sempre foi a grande prudência de todos os espíritos que se tornaram por demais ensimesmados, por demais profundos; a força curadora está no próprio ferimento. Uma
sentença, cuja origem mantenho oculta frente à curiosidade douta, tem sido há muito meu lema:
"increscunt animi, virescit volnere virtus."
Uma outra convalescença, que sob certas circunstâncias é para mim ainda mais desejável, consiste
em auscultar os ídolos... Há mais ídolos do que realidades no mundo: este é o meu "mau olhado" em relação a esse mundo, bem como meu "mau ouvido"... Há que se colocar aqui ao menos uma vez questões com o martelo, e, talvez, escutar como resposta aquele célebre som oco, que fala de vísceras intumescidas - que encanto para aquele que possui orelhas por detrás das orelhas! - para mim, velho psicólogo e caçador de ratos que precisa fazer falar em voz alta exatamente o que gostaria de
permanecer em silêncio...
Também este escrito - o título o denuncia - é antes de tudo um repouso, um feixe de luz solar, uma
escorregadela para o seio do ócio de um psicólogo. Talvez mesmo uma nova guerra? E novos ídolos são auscultados?... Este pequeno escrito é uma grande declaração de guerra; e no que concerne à ausculta dos ídolos, é importante ressaltar que os que estão em jogo, os que são aqui tocados com o martelo como com um diapasão, não são os ídolos em voga, mas os eternos; - em última análise, não há de forma alguma ídolos mais antigos, mais convencidos, mais insuflados... Também não há de forma alguma ídolos mais ocos... Isto não impede, que eles sejam aqueles em que mais se acredita; diz-se também, sobretudo no caso mais nobre, : que eles não são de modo algum ídolos...
Turim, 30 de setembro de 1888, no dia em que chegou ao fim o primeiro livro da Transvaloração de todos os valores.
Friedrich Nietzsche

Para finalizar sugiro a leitura.
Bom dia
Fui.
link para o livro:
https://veele.files.wordpress.com/2010/02/crepusculo-dos-idolos.pdf